Elvis Presley: 31 anos se passaram e ninguém substitui o Rei do Rock
“Acho que agora eu sei qual é minha missão: levar alegria a vida de outras pessoas. As pessoas sofrem em todo lugar e a cada dia isso piora. Não sou um pregador, sou um cantor. É meu papel e eu adoro. Agradeço a Deus por ser o que sou. E quem sabe? Talvez exista algo mais para mim. Talvez Deus queira me usar para fazer grandes coisas. Sinto isso, espero que seja verdade”(Elvis Presley)
Os 50 anos de Madonna ofuscaram outra data relevante para a música que podemos lembrar neste mesmo dia: há 31 anos Elvis Presley deu um tempo na carreira. Não ouso dizer que o cara morreu uma vez que há quem diga que ele está vivo e vivendo de papagaio de pirata de Muhammad Ali. Costumo dizer que, dentre os defuntos que admiro, Elvis é o maior.
O mais estranho é que eu nem saberia explicar de onde vem essa paixão pelo eterno Rei do Rock. Elvis morreu exatamente um ano, cinco meses e quinze dias depois do meu nascimento. Meus pais nunca sequer cantarolaram Elvis aqui em casa. Não por desconhecimento, mas porque, se tivessem que meter um embromation para beneficiar cantores estrangeiros, estes seriam de um grupo chamado The Beatles.
Talvez essa admiraçao tenha começado na tarde em que o SBT passou um filme chamado Elvis e Eu… não sei em que ano e também nem interessa agora. De tudo, o que mais me marcou foi o fato do cara ter que tomar boleta para dormir e boletas para acordar. Acho que foi por meio da sua fragilidade que conheci a força de Elvis. Desde então, lamento não ter vivido nos anos 50,60 e 70 com propriedade para perceber a grandeza de sua Majestade Elvis.
Reparem que, na produção, a cor dos olhos está trocada: Priscila tem olho azul e Elvis… castanho!!!
Nesta cena, “Elvis” está a cara do Dinho dos Mamonas Assassinas… quem se importa?
Foi por meio de Elvis que tirei 10 em um trabalho do curso de Tradutor e Intérprete. Tínhamos que falar por três minutos sobre qualquer coisa, em inglês, e decidi falar sobre Elvis, com direito a trilha sonora e tudo (um artifício para não ultrapassar o tempo previsto e não perder pontos que acabou emocionando a professora). Por meio de um post sobre duas versões para Always on my mind, conheci o blog FruFru, da Flavia. Ótimo, por sinal. Foi por causa de Elvis que falei pela primeira vez com o menino que, se não tivesse se juntado ao Rei, talvez, teríamos formado uma família de um casal, dois filhos e um cachorro chamado Spiker.
Uma das minhas canções favoritas, sem dúvida nenhuma chama-se In the guetto. Diferente do som saculejante e das baladas incondicionais, essa canção faz uma crítica social fortíssima para a época.
A música e o tom da voz de Elvis a tornaram um clássico (que, no ano passado, sua filhinha fez questão de deixar meia-boca num dueto in memorian que fez para lembrar a morte do pai). Inesquecível…













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