Top 5 – Pleased to meet you, hope you guess my name…
Que o rock é associado ao demo, sem dó nem piedade, isso não é novidade nenhuma. Teorias absurdas são atribuídas aos maiores nomes do rock n’ roll que se divertem alimentando a polêmica mundo afora. Por que falo disso hoje? Simplesmente porque muitos acreditam que 13 de agosto é o dia do azar. Essa áurea obscura que toma conta dos mais místicos e, invariavelmente é atribuída a forças ocultas das profundezas do submundo malígno. Forte? Funny… pra alguns, que a partir disso, fizeram canções que se transformaram em verdadeiros clássicos. Uma das melhores na minha santa opinião é Sympathy for the devil – dos Rolling Stones.
A obra, reza lenda, carrega um pouco de brasilidade em sua música. Alguns acreditam que, após uma visita de Mick Jagger a um terreiro de candomblé surgiu a inspiração para a cadência ímpar que a tornou famosa. A letra é uma referência ao clássico livro de Mikhail Bulgakov, O Mestre e Margarida, que trata de uma visita do demo a Moscow no final dos anos 20. Aliás, segundo o wikipédia, esse romance influenciou outras canções entre elas Pilate, do Pearl Jam e Love and Destroy, de Franz Ferdinand.
Mas, voltando aos Stones… esse clássico de 1968 deu origem a versões igualmente clássicas que vale a pena ouvir de novo:
A original – The Rolling Stones (ao vivo em 1969)
Guns n’ Roses – Tema de Entrevista com o Vampiro
Bon Jovi – ao vivo (1997)
Ozzy Osbourne
E claro… ela: Cláudia Ohana










É disparado a melhor música dos Stones.
A história que ouvi é que dois dos Stones (não lembro quais), de férias na Bahia, ouviam pela manhã o barulho das vassouras das baianas limpando a escadaria da Igreja do Bonfim. E aquele barulho inspirou a abertura da música.
Vale lembrar que foi durante essa música que um dos Hell’s Angels matou um cara na apresentação dos Stones nos EUA. É… não é bom ouvir essa música num lugar escuro e sozinho… heheheh. Bjão!
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Inclusive tropecei no video que fazia referência a isso ontem… é de 1969, não? Vou dar uma olhada e fazer um update. Thanks!
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Cler!
Muito show essa matéria.
Sabe, sou fã dessa música. Também acho umas das melhores dos Stones e achei muito bom relembrar a Claudia Ohana cantando ela em “Vamp”, clássica novela dos anos 80.
Só não conhecia a versão do Bon Jovi. Acho bem diferente do estilo dele… mas isso não quer dizer nada. Quem iria dizer que o Marilyn Maison (é assim que se escreve, né?) gravaria “Tainted Love” ou “Sweet Dreams”? A meu ver, nada a ver com ele, mas ficaram muito boas ambas as versões.
Bjus!
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A levada ritmica de SFTD foi inspirada em toques de camdomblé. Ou melhor, os batuques viraram aquilo que o Watzz toca.
Já a musica que eles tocavam em Altamont na hora que deu merda é Under My Thumb, não Simpathy. Como lenda, fica melhor pra contar…
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[...] 5 versões de Sympathy for the devil dos Rolling Stones [...]
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