[22 Sep 2008 | 12 comentários | Cler OliveiracloseAuthor: Cler OliveiraName: Cler Oliveira Email: cler.oliveira@gmail.com Site:http://hitnarede.com About: Cler Oliveira, jornalista, gaúcha, apaixonada por música, sobretudo U2, Bon Jovi e Coldplay. Estudiosa constante de Kurt Cobain. Curte pop rock internacional dos anos 80, 90 e tudo o que agrade os ouvidos depois dos anos 2000. Também redatora no www.mudarock.com.br.See Authors Posts (816)]
Quando as pessoas me falam sobre novas bandas, sons e estilos, aceito o desafio de ouvir. Mas para gostar, o objeto precisa passar da linha “me agrade e ganhe a minha incondicional admiração”. John Mayer conseguiu. Senão pela sua simpatia (“Sou uma das celebridades mais amigáveis com a mídia por aqui”, disse em seu blog em um post feito no Atlantic City Hall), poderia gostar dele pelo look de galã boy-band , mas foi sua versão para o clássico de Tom Petty, Free Falling e seu talento que me conquistaram e me fizeram ir mais a fundo em seu trabalho.
John Mayer e a versão mais bacana de Free Falling que já ouvi
Sua carreira tem no mínimo cinco anos e coleciona diversas fases e nuances. No fan site John Mayer BR encontrei uma entrevista dada à Rolling Stone americana, em 2003 na qual, Mayer cita Robert Johnson, Police, Justin Timberlake, Bonnie Ratt e Lionel Ritchie sem entrar em conflito com nenhum desses estilos, provando que seus gostos, dentro de todos os estilo, busca sempre pelo melhor em cada um deles. Fã de música de todos os tipos, o cantor diz que apesar de ter um iPod, não custuma baixar músicas. A justificativa é interessante:
Eu não baixo música, mas eu tenho um iPod sim. Provavelmente essa não é a regra, mas acontece que eu posso ir na loja da Virgin e gastar 300 doláres em 20 cds. Eu coleciono música. Eu acho que baixar música acaba roubando mais por essa coleção do que pelo artista em si. Eu não sei como baixar. Eu tentei achar algumas músicas, mas eu não consigo! Sempre diz “conectando” ou “esperando conexão”. Você espera mais por essas conexões do que em uma fila na Virgin. (tradução JM BR)
Politicamente correto,o homem de quase 31 anos com cara de garoto de 22 é excepcional, independente de ter suas músicas em versões acústicas ou plugadas. Embora tenha uma carreira reconhecida lá fora, este ano, o filho ilustre de Connecticut escreveu seu nome na história dos Estados Unidos – literalmente – no momento em que uma de suas canções, Waiting on the world to change foi incluída no cd “Yes We Can: Voices of a Grassroots Generation” que arrecada fundos para a campanha de Obama. A música faz parte do álbum duplo Where the light is, gravado no Nokia Theatre, em Los Angeles e já entra no mercado com quatro estrelinhas da Rolling Stone Brasil.
Adorei. Recomendo e já espero sua vinda ao Brasil (sonhar não custa nada…)
"À tarde, eu e Richie tentávamos escolher as músicas (…) perguntamos aos lanterninhas o que eles gostariam de ouvir (…) Não sabíamos que este seria o começo dessa série de ...
John Mayer na capa da Rolling Stone
O queridinho da América John Mayer, tirou a camisa e se jogou diante da câmera do renomado fotógrafo Mark Seliger (o mesmo responsável pela ...
Um ano após o lançamento do álbum-show Where the light is, gravado em Los Angeles, California, John Mayer, lança no dia 17 de novembro, seu oitavo trabalho, The Battle Studies, ...
Foto: Lorne Thomson
Flickr: Lonerthomson
A primeira vez que vi um vídeo da banda Juliette and the Licks, liderada pela atriz Juliette Lewis confesso que achei a coisa mais bizarra que meus ...
Na adianta: a frase da semana é dela.
Época: Você sai pra dançar?
Mallu Magalhães: Dentro de mim, lógico.
O que há de "lógico" nisso, não sei, mas a entrevista completa você ...
Fofa demais. Folk demais. Talentosa demais. Prodígia, para uma adolescente de 16 anos. Assim defino Mallu Magalhães, a menina que um dia olhou para o seu computador e disse: Taí. ...
Quem me conhece sabe que raramente assisto TV. Quando tenho tempo não tenho paciência e vice-versa. Mas esta semana tive uma grata surpresa ao assistir uma entrevista do Vinny no ...
Sabe aquela tardes frias nas quais só pensamos em ficar dentro de casa, lendo um bom livro e, ao mesmo tempo, ouvindo uma boa música? Bom, o livrodeixo a sua ...
Cler Oliveira, jornalista, gaúcha, apaixonada por música, sobretudo U2, Bon Jovi e Coldplay. Estudiosa constante de Kurt Cobain. Curte pop rock internacional dos anos 80, 90 e tudo o que agrade os ouvidos depois dos anos 2000. Também redatora no www.mudarock.com.br.
Olá! Te achei no Twitter e vim até seu blog… aí qdo vi o post sobre John Mayer não resisti!!!
John Mayer é o meu cantor all-time favorite. O cara é muito muito bom, um excelente letrista, e ainda por cima é bonito! rs… E a versão de Free Falling realmente é a melhor que eu já ouvi. Tenho tudo dele, sempre que quiser, podemos falar!
Adorei seu blog, vou frequentar! rs
um beijo!
Oi Cler! Poxa, fiquei muito feliz em saber que alguém lê essa bagaça
hehehehehe
Também gostei muito do seu blog; visitarei mais vezes
E, claro, John Mayer é tudo isso e mais um pouco! Comecei a gostar das mmúsicas dele em 2003, quando ele ganhou o Grammy de cantor revelação (ou qualquer coisa do tipo). Até hoje sou viciado
Pingback: Em novembro: “Battle Studies”, novo trabalho de John Mayer | Hit Na Rede
Pingback: Twittshow: Um show de graça via Twitter a qualquer hora e de qualquer lugar | Twitcam | Fresno | Tavares | Lucas | Beeshop | Nx Zero | Hit Na Rede
Pingback: Depois do quebra-cabeça, um curta-documentário promove Backspacer, o novo álbum do Pearl Jam | The Fixer | Just Breath | Got Some | Hit Na Rede
Pingback: A música de Roberto Pattinson | Hit Na Rede
Pingback: JOHN MAYER BR - there's no such thing as John.