Músicas para brasileiros apaixonados por seus carros…

Brasileiro adora carro. Pelo menos é o que dizem. O Piero, blogueiro de mão cheia e colunista aqui, no Hit na Rede, sendo um brasileiro roots, não foge à regra e, o alvo de sua paixão quatro rodas é um Opala 1975. O problema é que o companheiro, velho de guerra, já está dando os últimos suspiros. Para salvar o que ainda resta, ele teve a sensacional ideia de tentar a sorte no ,mini-reality show, Lata Velha, do Caldeirão do Huck. Se conseguir ser selecionado, ele vai ter contar com a colaboração de alguns amigos, aquela gente bonita, elegante e sincera, para tunar o Opala.
O que não se faz pela reforma do carro…
Mas para ser selecionado ele precisa que o maior número de amigos possíveis preencha o formulário de acesso ao programa. É prático, rápido e indolor. Portanto, ajuda ae!
O que você pode fazer?
Antes de clicar no link do formulario, preste atenção a alguns detalhes:
Você não precisa preencher tudo. Só os dados básicos:
Nome, email e o link do Perfil do 8p http://www.8p.com.br/piero/ . Este é bem importante.
Lá embaixo, na ultima lacuna, onde diz o ‘grau de aproximação’, bom, daí você escolhe: de leitor do blog, amigo, conhecido… é com você!
Dito isso, pode clicar no formúlário.
Se ele conseguir, serei uma pessoa mais feliz porque ele vai estar feliz (e quando isso acontece, o Universo fica feliz também. Vira quase que um musical da Disney).
—————————– Continuando——————————–
Como eu estava dizendo… Brasileiro a-do-ra carro. E, como não poderia ser diferente, alguns compositores tornaram esse amor pela lataria em grandes sucessos. E o mais bacana é que, o alvo desse carinho, em nenhum dos casos, são carros de luxo. Assim como o Piero, as canções tratam a lata velha como um verdadeiro amigo, seja ele um calhambeque, uma brasília ou um corcel 72 moovido à gas.
O Calhambeque
“…Meu coração ficou com
O Calhambeque
Bi Bidhu! Bidhubidhu Bidubi!…”
Conta a canção que o rei Roberto Carlos tinha um Cadilac, um tremendo carro em qualquer época e em qualquer lugar, mas, precisava passar uns dias no mecânico. Para não deixar o cliente na mão, a oficina ofereceu um velho calhambeque. O charme da nova caranga atraiu os olhares dos ‘brotos’ da cercania e Roberto não teve dúvidas: ficou com o calhambeque.
Bi Bidhu! Bidhubidhu Bidubi: o dia em que o calhambeque foi reformado
Muitas décadas depois, o calhambeque recebe uma reforma pelas mãos do bicampeão Emerson Fittipaldi. E, como não podia deixar de ser, o conserto transformou-se em um evento acompanhado de perto pelo Fantástico.
Carro-velho
“Quer andar de carro velho, amor?
Que venha!”
E se eu beber algum, amor… ô-ô, me guia!
Um dos carros velhos mais desejados do país, pelo simples fatode a ‘motorista’ ser a arretada Ivete Sangalo. Mesmo com ‘cheiro de pneu queimado e carburador furado…’ , o convite para dar uma volta foi feito. E quem seria besta de recusar?
Brasília Amarela
“Minha Brasília amarela
Tá de portas abertas
Pra mode de a gente se amar…”
O Brasil inteiro embarcou na caranga dos Mamonas e viveu o sucesso curto e intenso de um dos grupos mais geniais que já pisou pelas bandas de cá. Alguns anos depois, o Titãs, num tributo desengonçado, regravou a música, mas num português de fazer cair uma lágrima de Machado de Assis. Não deu.
Peladius in santhius… ao vivo no Domingão do Faustão – 1995
Fuscão Preto
“Fuscão Pretoooo
Com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar…”
Ao contrário dos outros colegas de lataria, o fuscãozinho em questão não trouxe lá boas recordações a seu dono. Protagonista de uma história shakesperiana envolvendo amor e traição, o pobre fuscão preto levou a culpa de ter destruído um relacionamento, mas em compensação, levou também os primeiros postos das paradas de sucesso brega-pop dos anos 80, na voz de Almir Rogério.
Na Hebe-Chacrinha: ” Daí a pouco eu mesmo vi o fuscão
E os dois juntos se desmanchando de amor…”
Corcel 72 movido à gás
“Eu já não vou mais andar à pé
porque eu estou aprendendo a voar
E com meu carro…”
Meu pai tinha um corcel. De que ano, não sei. Só sei que era bem divertido andar naquele carro comprido e amarelão. Agora, movido à gás deve ser uma desgraça, economicamente vantajosa, em épocas de crise. A letra é impágavel porque mostra bem o magal que se pode ser até num corcel 72… movido à gás!
“…Nem a polícia e muito menos o radar vai me parar” (???)
Falando nisso…
Bônus Track
Ai de mim, terminar esse post, de apoio ao Piero SEM Beatles… pois eles também tinham um carrinho e pelo jeito, curtiam horrores andar com eles. Esse vídeo é um barato pois foi extraído de um desenho animado dos quatro de Liverpool. O mais legal é a Betlemania desenhada de forma infantil. As fãs se descabelando por John, Paul, Ringo e George é algo!
“…Baby, you can drive my car, and baby I love you…”
Bonus 2
“Com meu Cross Fox…Sou linda…absoluta… eu sou Stefhany”
A Carol, mega amiga minha, mandou esse vídeo por e-mail, dizendo que, pra quem tinha se apavorado com a irmã Sophia e a armadilha de satanás, não tinha visto da missa a metade. E realmente, essa moça do Piauí, Stefhany é, como a Bárbara adora dizer o “ó do bogoró-godó e o ú do pirarucú”. Com seu Cross Fox ela faz um remedo da Vanessa Carlton dizendo que vai mostrar que não é mulher… de esperar. Coloca o que de mais brega encontra no armário e segue, absoluta, sem cinto de segurança (que olho, hein, Doug?) e vai parar… num aterro??? Vergonha alheia master blaster!
“…A Volkswagen disse desconhecer a música e o clipe.” (Fonte UOL)












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