Clipes »

[video] Grande estréia da Semana: Richie Sambora – Every Road Leads Home to You
[1 Sep 2012 | 3 comentários | Cler Oliveira]

Pois bem… nesta sexta-feira, a versão online do tablóide inglês The Sun, mostrou ao mundo com exclusividade o clipe do primeiro single do terceiro e super aguardado álbum solo do guitarrista Richie Sambora, com lançamento previsto para 18 de setembro. Lá vou eu toda feliz assistir ao clipe, já que sou fã incondicional- preste bem atenção nessa palavra – do cara e fico tentando entender o que aquele  cosplay do Jon Bon Jovi está fazendo no vídeo. Até que muitos segundos depois eu percebo que o cara=cosplay é o próprio Sambora. Richie largou o seu tradicional castanho e adotou o loiro chucky  doll do líder da banda mais famosa de New Jersey. Não só isso. Suas roupas também estão muito semelhantes a de Jon. Prefiro chamar isso de “homenagem”.

Como o grande lance do guitarrista não é Fashion Week, deixemos esse detalhe de lado e vamos ao video que tem uma fotografia linda que faz jus a bela canção que Sambora escolheu para pilotar seu álbum. Mas… falando em fotografia… no site oficial, há um tempo atrás, Sambora propus um lance bem bacana aos fãs: eles enviavam suas fotos via Instagram e as melhores iriam para o clipe. Das duas uma: ou a tecmologia utilizada transformou essas fotos em movimento ou o movimento foi abandonado no meio do caminho… vai saber? Até minha partner aqui, no Hit na Rede,  Carol Werner, fez a sua contrubuição… Aguardemos as cenas dos próximos capitulos.

Trilhas Sonoras »

[REVIEW] Rock of Ages – o Filme: Não pare de acreditar!
[29 Aug 2012 | 3 comentários | Caroline Werner]

Por Carol Werner

O rock ainda vive e não tem idade! Rock of Ages – o Filme, está aí para provar. Adaptação do clássico espetáculo da Broadway, a produção estreou no Brasil no dia 24  e eu, como uma boa fã de cinema, rock n’ rol, anos 80 e da incrível trilha sonora do filme, fui conferir!

 

Rock of Ages se passa em 1987 e conta a história de Sherrie (Julianne Hough), uma garota do interior que chega a Los Angeles em busca do sonho de ser cantora e Drew (Diego Boneta), um garoto que trabalha como garçom, mas deseja ser um astro de rock, como seu ídolo Stacee Jaxx (Tom Cruise), vocalista da banda, já decadente, Arsenal. O romance mamão-com-açúcar dos jovens protagonistas fica em segundo plano diante dos trejeitos extravagantes de Stacee, inspirados em rockeiros problemáticos como Axl Rose. Sem falar no seu mascote Hey Man, um macaco hilário.

É dessa lenda problemática do rock que depende Dennis Dupree (Alec Baldwin), e seu parceiro Lonny (Russel Brand), proprietário do Bourbon Room, clássico espaço de rock n’ roll da Sunset Strip que está prestes a fechar pela falta de popularidade, grana e por um grupo de beatas lideradas por Patricia Whitmore (Catherine Zeta-Jones), primeira-dama da cidade, que alega que o rock é coisa do inferno (acho que ainda ouvimos isso nos dias de hoje). No meio dessa bagunça é que Stacee Jaxx fará seu último show junto à Arsenal antes de se lançar em carreira solo e ser a salvação do Bourbon Room, prometendo uma noite que reascenderá a chama do rock’n roll! É o que todos esperam.

 

Estamos falando de um musical (por isso esse texto está num blog de música), então o que mais interessa? A trilha sonora! Já que vamos passar aproximadamente duas horas vendo atores interpretando basicamente letras de música, caminhando e cantando e seguindo a canção –  literalmente -    espera-se que seja uma boa trilha. E, em Rock of Ages, não há do que reclamar: Bon Jovi, Guns n’ Roses, Poison, Foreigner, Joan Jett, Def Leppard, Journey, Twisted Sister, entre outros, fazem o pé ficar batendo no chão e a mão batucar e dedilhar na perna o tempo inteiro.

Num roteiro que é bem previsível, as músicas dão o up necessário pra deixar o expectador vidrado na tela aguardando o próximo sucesso musical ou a aparição de rockeiros famosos, como Sebastian Bach (ex-Skid Row), Nuno Bettencourt (Extreme), Joel Hoekstra (Night Ranger) e Kevin Cronin (REO Speedwagon).

O filme é basicamente um show, com destaque para as interpretações de Tom Cruise em “Pour Sugar On Me” (Def Leppard) e “Wanted Dead Or Alive” (Bon Jovi) mostrando o verdadeiro eu de Stacee Jaxx. Drew fazendo a abertura do show da Arsenal com “I Wanna Rock” (Twisted Sister) e a dançante “Any Way You Want It” (Journey), por Sherrie e Justice Charlier (Mary J.Blige).

Além do início e créditos empolgantes com “Paradise City” (Guns n’ Roses), na voz de Stacee e o gran finale, com todo o elenco principal e o desfecho de todas as tramas, perfeito com “Don’t Stop Believin’” (Journey).

Com certeza este não será o melhor filme do ano, mas Rock of Ages te faz querer voltar no tempo e viver a magia do rock dos anos 80. Debaixo de uma enxurrada de críticas negativas, acho o filme válido pelo resgate de um momento importante e reconhecido até hoje da indústria musical americana e pela sensação incrível de se estar em um show de rock. Além de boas risadas!

Música boa é atemporal. Não é por nada que o espetáculo teatral faz sucesso desde 2005 até hoje nos Estados Unidos e agora temos Rock of Ages da telona para o mundo. Tudo isso porque o rock está vivo, então não pare de acreditar!

Falando nisso…

Por Cler Oliveira

Já que a Carol mandou super bem e tocou no assunto, vale lembrar que Rock of Ages é um clássico do Def Leppard e eu não poderia terminar o post sem dar o meu pitaco e colocar o vídeo aqui e voltar onde tudo realmente começou.

Rock Anos 90 »

Matchbox Twenty usa da tecnologia e leva você pra dar um rolê de 360º por mais um vídeo de “She’s so mean”
[22 Aug 2012 | Sem comentário | Cler Oliveira]

Matchbox Twenty é aquele tipo de banda que abre um sorriso na mente sempre que a gente ouve. Este ano, para o lançamento do quarto álbum, North, previsto para o dia 4 de setembro, vieram sem modéstia, com o single She’s so mean. Primeiro, um teaser com a letra no qual mostra uma mina tão gostosa quanto encrenqueira. Depois, no final de julho, lançaram o clipe oficial e mais uma vez a garota-enxaqueca protagoniza o vídeo. Agora, a banda relança a obra mas, diferentemente das outras vezes a grande atração não é mais a menina mas sim a tecnologia: você pode, durante a execução do clipe escolher de que ângulo quer ver o vídeo, isso em 360º.

Sim! Essa tecnologia, segundo o site Mashble.com, era inicialmente usada para a indústria militar e na Aeronáutica americana. Só que o lance é tão legal, mas tão legal que acabou virando uma câmera vendida assim, para reles mortais e atende pelo nome de  GoPano. Além disso, pra quem curte ter tecnologia ao alcance da mão, pode adquirir o aplicativo para iPhone que promete fazer o mesmo.

Vamos brincar um pouquinho de cameraman? Basta pegar o mouse, pressionar e girar na direção que bem entender… o lance é legal nos primeiro 40 segundos, depois fica meio entediante mas, temos que reconhecer que a intenção é boa.

Música, Rock Anos 80 »

Por onde anda John Cougar Mellencamp, o cara que te faz mexer com “Hurt so Good”?
[21 Aug 2012 | Sem comentário | Caroline Werner]

 

Por Carol Werner – Especial

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Não sou uma grande conhecedora do trabalho de John Cougar Mellencamp mas, esses dias, mexendo em coisas antigas, me deparei com um CD dele que ouvi muito,  pelos idos de 1997: American Fool. E, para minha surpresa, o álbum nem era daquela época mas de 18 anos antes! Ou seja, completou 30 anos mas é totalmente atual para os meus ouvidos. Voltando a ouví-lo e, lembrando do quanto eu ainda gosto deste disco, me perguntei: por onde anda John Cougar Mellencamp? E novamente fiquei surpresa: o cantor, compositor e músico que atualmente está com 60, anos continua na ativa com a turnê No Better Than This do disco homônimo, lançado em 2010.

 Resumindo: desde 1976 Mellencamp lançou 21 álbuns que misturam rock, country, folk e hard rock. Vendeu mais de 40 milhões de cópias, foi indicado a 13 Grammys e é co-fundador do Farm Aid ao lado de Willie Nelson e Neil Young. Farm Aid é uma organização que nasceu logo após o Liv Aid, em 1985, afim de levantar fundos para fazendeiros e suas famílias que perderam suas terras e promove shows anuais com uma variedade de estrelas. Só para ter uma ideia, no primeiro encontro contou com a apresentação de Johnny Cash, Bob Dylan, B.B. King, Roy Orbison, Eddie Van Halen e outros menos conhecidos, em início de carreira como Bon Jovi e o próprio Mellencamp. E ele continua neste projeto até hoje.

À medida que seu trabalho como músico foi amadurecendo, ele se aventurou pelo mundo do cinema, representando um cantor country no drama Falling from Grace (1992), o qual também dirigiu. Também trabalhou em “Madison” (2001) emprestando sua voz e sendo o narrador, em “After Imagem” (2001) e em “Lone Star State of Mind” (2002), além do convite – que recusou – para atuar em Telma & Louise (1991), papel inspirado nele e interpretado por Brad Pitt. O filme se tornou um clássico e como o próprio John disse, ele esteve muito perto do sucesso. O artista, que entrou para o Rock and Roll Hall of  Fame em 2008, destaca-se se por suas letras engajadas, sendo muitas vezes comparado a Bruce Springsteen, sua maior influência.

American Fool

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John Cougar Mellencamp continua firme e forte no meio musical, mas nada que se compare ao boom de American Fool, que o destacou nos anos 80, após 5 álbuns considerados fracos comercialmente e pela crítica e que o mantém vivo até hoje. Com apenas nove músicas e ótimo do início ao fim, American Fool merece todo destaque na carreira do cantor e neste post também. Foi o álbum mais vendido do ano (1982) nos EUA e chegou ao topo das paradas americanas, colocando na boca do povo os singles Hurts so Good (2º lugar) e Jack and Diane” (1º lugar).

 Quem nunca cantou e bateu palmas no ritmo desta música? Um dos maiores hits do cantor e dos anos 80! Pode ser que você não conheça John Mellencamp, mas Hurts So Good, ah, com certeza sim! Tem um ritmo dançante e contagiante, pedida certa em muita festa. O vídeo tosco de “Hurts so Good”, que mais parece ter sido feito em casa – uma câmera na mão e uma ideia tosca na cabeça – mostra o John daquele momento, aventureiro, no melhor estilo “motoqueiros selvagens”, chegando em festas, se divertindo com mulheres, curtindo o sucesso.

Às vezes o amor não parece como deveria
Você faz machucar tanto (…)
Eu não estou falando de coisas importantes
Eu não fiz nenhum plano pra mim mesmo (Hurts So Good)

 

 A repercussão do álbum foi tanta que Mellencamp ganhou o American Music Award de melhor cantor pop e o Grammy de melhor performance vocal rock masculino com “Hurts so Good”. Para muitos o sucesso bate à porta, no caso de John, foi entrando sem pedir licença!

Na balada seguinte do álbum, não há como não se encantar e se embalar com a historinha romântica de Jack e Diane, jovens aproveitando a vida, sem planos, sem medos, apenas curtindo. O  sentimental Jack and Diane representa em imagem tudo o que a letra quer dizer, com John no papel de Jack, é claro.

 

Uma pequena cantiga sobre Jack e Diane
Dois jovens americanos crescendo no Meio-Oeste
Jack vai ser uma estrela do futebol americano
Diane sempre no banco traseiro do carro de Jack (…)
Oh sim, a vida continua
Muito tempo depois de ter passado a emoção de se viver (Jack and Diane)

 As demais canções soam tão bem aos ouvidos, que por vezes parecem ter a mesma melodia, a mesma batida, mas cada uma com seu detalhe. São pequenas histórias narradas pela voz forte e rouca do cantor, com entonação na medida certa. Verdadeiras trilhas sonoras para a vida de muitos! Entre baladas e ritmos dançantes, solos leves de guitarra, porém marcantes, as letras falam de amor ou a busca dele, de companheirismo, garotas, de uma vida sem destino, sem planos e,  ao final, a tristeza, a despedida e o apoio:

 Todos os heróis antigos continuam voltando
Para descobrir se você ainda está em casa (…)
Sim, eu estarei com você em seus momentos de fraqueza
(“Weakest Moments”)

 O jovem artista de Seymour, Indiana, que apostou na carreira como músico em Nova York, foi persistente e venceu. Segundo ele, seu melhor conselho é ser tenaz, não desistir diante da decepção inicial. Dito e feito!

 No site oficial do cantor tem muito mais informações, além do formato da página ser como um jornal antigo, muito interessante. Confere lá! www.mellencamp.com

Notas Musicais »

Bruce Dickinson: 54 anos e várias vidas em uma só
[6 Aug 2012 | 2 comentários | Cler Oliveira]

Nesta terça-feira, dia 7, um ilustre habitante do nosso planeta apaga 54 velinhas. E, se o lance de reencarnação não existir, pode ter certeza que ele utilizou muito bem esta vida para fazer absolutamente tudo o que quis. Bateu vontade, lá estava ele realizando. É o que explica alguém que em um pouco mais de cinco décadas consegue colocar no currículo as habilidades de cantor, compositor, piloto, historiador, esgrimista, locutor de rádio, autor, roteirista, diretor de marketing, empresário e uma das vozes mais marcantes do Heavy Metal: Bruce Dickinson.

Embora pareça que ele já tenha feito tudo nesta vida, Bruce ainda surpreende quando toma algumas atitudes dignas de aplausos a frente de sua banda, mostrando que, mesmo de cima do palco, ele tem sua atenção em cada fã que está na platéia. Só isso explica a explosão de fúria, em julho deste ano, nos primeiros acordes de Wasted years quando mandou seu recado para um admirador “conectado”:

“Pelo amor de Deus, o cara de camisa branca, você não parou de mandar suas mensagens
de texto nas três últimas músicas, porra! Seu idiota!” (Fonte: Born in 58)

E é a essa fera do rock  - figuraça muito a frente do nosso tempo –  a que desejamos muitos anos de vida!

Falando nisso…

O clipe de Wasting Love (música que eu adoro. Seria sacanagem deixa vocês só na vontade de voltar no tempo):

Iron Maiden – Wasting Love por Bolinhazn no Videolog.tv.

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